PORCarlos Rocha
Jornalista

DATA06 de Abril de 2022

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Institucional

UFMT inicia implantação de Rede Multiusuária de Pesquisa

Estruturas comuns otimizam uso de recursos tecnológicos em pesquisas

O Conselho Universitário (CONSUNI) da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT) aprovou a criação da Rede Multiusuária de Pesquisa da UFMT. A rede está vinculada à Pró-Reitoria de Pesquisa (PROPEQ) com infraestruturas de pesquisa, físicas ou virtuais, que propiciam à comunidade acadêmica, científica e tecnológica, do setor público e privado, insumos, equipamentos e serviços para desenvolver atividades de pesquisa. A proposta é de otimizar a implementação de recursos físicos e orçamentários evitando a sobreposição de estruturas e equipamentos de alto custo.

Segundo o pró-reitor de Pesquisa, professor Leandro Dênis Battirola, a gestão da rede será conduzida pelo Comitê Gestor da Rede Multiusuária, também aprovado pelo Conselho. “Para fazer parte da Rede, esses espaços de pesquisa da UFMT deverão solicitar seu credenciamento junto à Rede Multiusuária de Pesquisa e também à Plataforma Nacional de Infraestrutura de Pesquisa (PNIPE) do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI). Em breve, estaremos disponibilizando os formulários de credenciamento junto à UFMT via SEI”, relata o pró-reitor.

O professor conta que a Rede Multiusuária de Pesquisa da UFMT objetiva estimular o uso compartilhado de equipamentos e estruturas de pesquisa que apresentam elevado custo de manutenção, otimizando a destinação de recursos e promovendo a sustentabilidade orçamentária desses laboratórios. “Além disso, a institucionalização dos espaços multiusuários habilita a UFMT a concorrer aos editais externos de fomento, principalmente vinculados à FINEP, que exige a institucionalização desses espaços como pré-requisito à destinação de recursos à pesquisa”, conta o docente.

As infraestruturas de pesquisa da rede incluem instalações físicas, equipamentos e instrumentos utilizados em atividades de Pesquisa e Desenvolvimento, além de recursos baseados em conhecimentos, recursos de tecnologia da informação e comunicação e qualquer outra infraestrutura singular utilizada em atividades de Pesquisa e Desenvolvimento. “Ressalta-se que mapear as estruturas de pesquisa e disponibilizar essas informações à comunidade interna da UFMT, ampliará também as parcerias internas entre pesquisadores dos diferentes Câmpus, além de evidenciar o potencial do parque instrumental disponível na UFMT”, pontua o pró-reitor.

Iniciativa representa novidade no uso de espaços de pesquisa

De acordo com o docente, a nova forma de atuação multiusuária dos espaços de pesquisa atende também ao Código Nacional de Ciência, Tecnologia e Inovação, que dispõe sobre estímulos ao desenvolvimento científico, à pesquisa, à capacitação científica e tecnológica e à inovação. “A partir do credenciamento dos laboratórios/espaços de pesquisa será finalizado o portfólio de serviços que será divulgado às demais instituições e ao setor produtivo, visando a captação de recursos e parcerias, cujos recursos são utilizados conforme as normas vigentes na UFMT”, explica o professor. 

A organização da atuação multiusuária instituída pela Lei nº 13.243, de 11 de janeiro de 2016, de acordo com o professor, “habilita as ICTs a atuarem juntamente à iniciativa privada, fortalecendo os laços e interações entre a Universidade e o setor produtivo, permitindo consolidar parcerias externas, com vistas ao fortalecimento do potencial de inovação das infraestruturas de pesquisa da UFMT”. O professor explica que a partir da aprovação da rede pelo CONSUNI as atividades serão iniciadas com o credenciamento das estruturas de pesquisa que desejam fazer parte desta rede.

“Conforme a resolução aprovada pelo Consuni diferentes estruturas de pesquisa podem fazer parte da rede, incluindo instalações físicas e seus equipamentos e instrumentos utilizados nas atividades de P&D, recursos baseados em conhecimento (como coleções, arquivos e base de dados) utilizados em pesquisas científicas, recursos de tecnologia da informação e comunicação (como grids, redes de alto desempenho e softwares específicos), bem como qualquer outra infraestrutura de natureza singular utilizada em atividades de P&D”, relata.

O professor conta que a expectativa é que haja a otimização do uso de recursos orçamentários com as estruturas compartilhadas. “A partir do compartilhamento dessas estruturas objetiva-se otimizar os recursos orçamentários públicos, evitando a duplicidade de equipamentos e laboratórios, além de captar recursos externos via prestação de serviços especializados à diferentes instituições tanto do setor público, quanto para o setor privado”, finaliza.

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