POVOS DO BRASIL - Povos do Brasil


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Domingo, 09 Dezembro 2018 06:58

Tekowe Nhepyrun - A Origem da Alma

Dirigido por Alberto Tavares, o documentário “A Origem Da Alma” reúne depoimentos dos membros mais velhos da aldeia Guarani de nome Yy Hovy, na cidade de Guaira, Estado do Paraná. Além de rememorar antigos costumes e histórias do povo Guarani e mostrar um pouco de sua relação com a terra, com a natureza, através das histórias dessas personagens pode-se compreender melhor esse povo.

Para eles, a alma é o que lhes dá alegria, é como contemplam a “sabedoria do mundo espiritual e tudo aquilo que não podemos ver, mas que nosso espírito sente.” Ainda que seu corpo sucumba à injustiça, covardia ou ignorância, sua alma é imortal, ela “continuará viva pela eternidade”.

Etnia: Guarani
Direcao: Alberto Alvares
Duração: 48 minutos

Domingo, 09 Dezembro 2018 12:57

Ojepotá - Mito Guarani

Trata-se de um filme feito (tanto no que diz respeito à produção quanto na atuação das personagens) pelos jovens Guarani da Aldeia Itaty, em Palhoça, no Estado de Santa Catarina. É baseado num mito daquele povo segundo o qual aqueles quem desobedece as regras da natureza são castigados, tem seu corpo dominado pelo mal e se transforma  em algum ser da mata. Este ser precisa ser morto pelos membros da aldeia para que não lhes venha a causar algum mal.

Etnia: Guarani
Ano: 2011
Duração: 58 minutos

O documentário reúne antropólogos e sobreviventes do povo Xetá para contar a história da etnia: nômades originários da região noroeste do Estado do Paraná viviam da caça e da coleta de produtos naturais. Na década de 40, quando a região começou a ser colonizada, foi igualmente noticiada nos grandes centros urbanos a venda de terras, propícias principalmente para a produção de café. Quando a imprensa passou a especular sobre a presença de indígenas “selvagens” nestas terras, aqueles que pretendiam vendê-las, temendo ter seus negócios prejudicados por conta dos habitantes “não civilizados”, viram como uma solução rápida exterminar o povo Xetá. Para isso, eles usaram armas de fogo e envenenaram sua comida. Muitos adultos sobreviventes desapareceram depois que foram levados para Curitiba pela companhia colonizadora. Algumas crianças foram adotadas por não-índios que se dispunham a “civilizá-los”. Dirigido pelo ex-diretor do Museu da Imagem e do Som do Paraná, Renato Severo, o documentário segue as histórias de algumas dessas crianças que, hoje, são os últimos sobreviventes da etnia.

Etnia: Xetá
Direcao: Renato Severo
Ano: 2010
Duração: 20 Minutos

O povo Xetá, cuja história é marcada por trágicos acontecimentos que culminaram na quase extinção de todos os seus membros, é protagonista deste documentário. Originalmente habitantes do que é na atualidade o Estado do Paraná, foram perseguidos e mortos por fazendeiros que tinham interesse em ocupar suas terras para o desenvolvimento da cultura cafeeira. Atualmente, os descendentes de crianças que foram levadas pelas autoridades e adotadas por famílias de não-indígenas, e que formaram as doze famílias de Xetás que rei vindicam o reconhecimento legal de sua identidade, vivem na Terra Indígena de São Jerônimo, junto com os povos Kaingang e Guarani. O documentário, produzido por pesquisadores do Laboratório de Arqueologia, Etnologia e Etno-história da Universidade Estadual de Maringá, mostra todo o esforço dos sobreviventes dessa etnia para recuperar e preservar sua cultura e seu território tradicional, na cidade de Umuarama, hoje ocupado por pastos.

Etnia: Xetá
Ano: 2012
Duração: 16 minutos
Autor: Laboratório de Arqueologia, Etnologia e Etno-história da Universidade Estadual de Maringá

Domingo, 09 Dezembro 2018 12:53

Ñande Guarani: nós, Guarani

Quando os primeiros navegadores europeus chegaram ao território denominado posteriormente de América do Sul, o povo Guarani tinha população estimada entre 1,5 e 2 milhões de pessoas. Muitos grupos foram escravizados pelos colonizadores, que também forçavam as mulheres desta etnia a se casarem com alguns daqueles forasteiros. Atualmente não chegam à um quarto do que já foram, segundo os dados mais recentes do Mapa Guarani Continental, e habitam o sul e sudeste do Brasil, além de Bolívia, Argentina e Paraguai. 

Este documentário de André Luís da Cunha trata de questões relevantes para este povo nos dias de hoje, tais como a ocupação de suas terras tradicionais e a não demarcação desses territórios que consigam atender às suas necessidades populacionais, além das demandas mais básicas para sua vida nos dias de hoje, sobretudo quando os não-índios estão cada vez mais próximos e eles já não tem muitas opções para deslocamento.

Etnia: Guarani
Direcao: André Luís da Cunha
Ano: 2008
Duração: 76 minutos

Domingo, 09 Dezembro 2018 12:52

Mbyá Reko Pyguá: a luz das palavras

Cada vez mais influenciados pela cultura não indígena - que está cada vez mais próxima fisicamente -, os Guarani da Aldeia Yynn Moroti Wherá, em Biguaçu, Santa Catarina, tentam fazer com que os jovens mantenham o interesse pelo modo ser e viver daquela etnia. As lideranças da aldeia incentivam que, entre Guaranis, se use a língua  Guarani, além de incentivar os rituais religiosos e culturais.

Etnia: Mbya Guarani
Direcao: Kátia Klock e Cinthia Creatini da Rocha
Ano: 2012
Duração: 18 minutos

Domingo, 09 Dezembro 2018 12:51

Mbya Avaxy - Semente tradicional Guarani

Segundo a cosmovisão do povo Guarani, logo depois da criação dos seres humanos, a primeira coisa a ser feita foi o milho, para que pudessem ter o que comer. E enquanto seu objetivo não for fazer mal à terra, sempre que plantarem milho, ele vai nascer. 

O documentário, produzido por jovens da Aldeia Imaruí, localizada no município de Imaruí, Estado de Santa Catarina, por meio do projeto Indígena Digital, mostra essa relação quase religiosa do povo Guarani com este tipo de grão.

Etnia: Guarani
Duração: 11 minutos
Autor: Projeto "Indígena Digital"

Em “Karai Ha'egui Kunhã Karai 'ete”, o Guarani Alberto Alves nos mostra a história de Xeramoi Alcindo e Xejaryi Rosa, um casal de idosos guaranis que vivem em Santa Catarina. Conforme vamos sendo apresentados à história e à realidade do casal, vamos conhecendo também a história e a cultura do povo Guarani. A todo o momento os anciãos são incentivados a falar sobre os cantos tradicionais e as plantas medicinais da região. Eles compartilham seus conhecimentos sobre sua história e sobre o mundo no idioma Guarani. Este é o primeiro longa metragem dirigido por Alberto Alves. Foi lançado em 2014 e sua versão completa conta com mais de uma hora de duração e possui legendas em português, francês e inglês. A produção ficou por conta de Marina França e Guilherme Cury. 

Etnia: Guarani
Direcao: Alberto Alves
Ano: 2014
Duração: 67 minutos

É um trabalho etnográfico realizado de forma a atender um termo de referência emitido pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, em consequência da construção da Usina Hidrelétrica de Mauá, no Paraná. Para sua produção, foram realizadas filmagens entre os anos de 2011 e 2012 nas terras indígenas de Mococa, Queimadas, Apucaraninha, Barão de Antonina e São Jerônimo. 

O filme registra uma tentativa de recuperar elementos culturais, bem como formas de organização social dessas comunidades indígenas que estavam em processo de transformação e mudanças, mas também sendo retomadas, tais como pinturas corporais, artesanato, língua, danças e cantos tradicionais.

Etnia: Kaingang
Ano: 2012
Duração: 27 minutos

As crianças indígenas da etnia Guarani não brincam mais do mesmo modo como brincavam seus antepassados. Diante disso, eles empreendem um movimento de redescoberta daquelas brincadeiras. Do mesmo modo que houve inúmeras transformações nas atividades lúdicas das sociedades não indígenas, o mesmo ocorre entre os povos indígenas. No caso do povo Guarani, os adultos desta etnia afirmam que as crianças hoje trocaram seus divertimentos tradicionais pelo consumo de tecnologias. Este é o tema do documentário. 

Com duração de 15 minutos, o filme foca nos costumes das crianças Guarani, como elas se divertem, como passam o tempo, como vivem sua infância, principalmente como se dá esse “divertimento” em uma época de constantes avanços tecnológicos e que afetam também o modo de vida das crianças indígenas. Brincadeira da Mamãe Galinha e a Dança dos Guerreiros (Xondaro) são exemplos de divertimentos tradicionais das crianças Guarani que estão praticamente esquecidos.

Etnia: Guarani
Ano: 2015
Duração: 15 minutos

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