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DATA14 de Agosto de 2017

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Institucional

UFMT é 1ª colocada entre Instituições de Ensino no Índice de Governança de TI do TCU

UFMT é 1ª colocada em Índice de Governança de TI do TCU

Fruto de um trabalho de longo prazo, baseado no planejamento e desenvolvimento de ações no âmbito da Tecnologia da Informação (TI), a Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT) conquistou o primeiro lugar no Índice de Governança de TI (IGovTI) entre as instituições de ensino. O trabalho, executado pelo Tribunal de Contas da União (TCU), contou com a avaliação de outras 106 instituições. No segmento EXE-Sisp, a Universidade ficou com o 10º lugar entre as 225 avaliadas e o 35º lugar, no geral, de um total de 368 entidades avaliadas.
A secretária de Tecnologia da Informação da UFMT, professora Eunice Pereira dos Santos Nunes, explica que o IGovTI é um indicador de governança da área de TI nas instituições. “Ele é muito importante porque representa o quão bom ou ruim está o desempenho das instituições nesta área, apontando se estão sendo adotadas boas práticas de governança e de gestão de TI. A partir deste índice é possível verificar a sistematização das ações dentro da instituição e o quanto a Administração Superior tem apoiado a área de TI”, afirma.
“O TCU tem realizado levantamentos baseados em questionários que abordam práticas de governança e de gestão de TI previstas em leis, regulamentos, normas técnicas e modelos internacionais de boas práticas”, completa.
Para a obtenção da nota final, são avaliadas cinco dimensões: liderança; estratégias e planos; informações; pessoas; processos; e resultados. Neste ano, a UFMT obteve um índice de 0,72. Na edição anterior, realizada em 2014, a nota foi 0,68 e, em 2012, quando a Universidade já estava acima da média geral brasileira, 0,45.
Capacitações constantes
A conquista dessa posição de destaque entre as instituições fiscalizadas pelo TCU indica que o trabalho será mantido e aperfeiçoado. “Sempre temos nos atualizado em boas práticas de governança e de gestão de TI. Na área de sistemas, por exemplo, temos capacitado nossa equipe em trabalhar com Gerenciamento de Projetos Ágeis por meio de parcerias com a Coordenação de Desenvolvimento Humano [CDH] e do Escritório de Projetos e Processos [EPP]”.
“Temos que estar sempre melhorando nossas práticas e aumentando o know how da nossa equipe, seja em práticas de governança, liderança ou gestão de TI. Todas essas frentes de trabalho precisam estar constantemente se reciclando e buscando novos conhecimentos para serem adotados na UFMT”, expõe a professora Eunice Nunes, acrescentando que outro ponto importante é o benchmarking da Universidade com outros órgãos públicos. “Na implantação do SEI [Sistema Eletrônico de Informações], por exemplo, estamos atendendo uma demanda que veio do Governo Federal, mas interagimos com outros órgãos públicos que já adotaram o Sei ou que estão em processo de implantação. Esse diálogo foi muito rico para que conseguíssemos prever situações a serem resolvidas antes da implantação”, exemplifica.
Para a secretária, a maturidade construída pela STI tem outros pilares, como o equilíbrio da equipe de trabalho, aliando servidores técnico-administrativos da outrora Coordenação de Processamento de Dados (CPD) com novos servidores. “Esse equilíbrio é bastante rico para melhorar os indicadores, porque chega o novo, que traz seu conhecimento de mercado atual e se alinha com aquele que já está na UFMT e detém a inteligência do negócio, pois conhece a UFMT como um todo, as dificuldades e onde que tem que melhorar. Essa interação colabora com a gestão e favorece para termos chegado a essa colocação”, explica.
O secretário de Tecnologia Educacional (Setec), professor Alexandre Martins dos Anjos, ex-secretário de Tecnologia da Informação da UFMT, afirma que a avaliação do TCU é bastante significativa. “É um resultado que deve ser compartilhado com toda a equipe e também com toda a gestão. O trabalho que se desenvolve hoje, já refletido nos índices, é de continuidade. Na minha avaliação, a cada ano que a UFMT investiu na TI ela teve um resultado progressivo”, observa. “A área de TI é extremamente fiscalizada, que exige e é cobrada muito, sob o ponto de vista do acompanhamento. Se você não tiver bons mecanismos de governança, você acaba não desenvolvendo um bom trabalho, e, sobretudo, quando você lida com dinheiro público. Então, o índice do TCU revela qual foi a eficiência na gestão para trabalhar com a governança”, finaliza.
 

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