PORCarlos Rocha
Jornalista

DATA25 de Novembro de 2021

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Institucional

Coletivos publicam carta por mais políticas públicas

Documento é assinado por grupos e sindicatos

O Grupo de Estudo e Pesquisa em Educação Escolar Quilombola (GEPEQ) da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT) publicou uma carta aberta em defesa de políticas públicas em diferentes áreas para comunidades quilombolas matogrossenses. O material faz uma série de denúncias sobre o que acontece com os grupos e o quanto o Estado precisa estar mais presente. A carta tem signatários entre grupos, comunidades e escolas que atuam diferentemente na educação quilombola.

De acordo com a carta o objetivo é marcar a posição dos coletivos em defesa de políticas públicas nas áreas de educação, saúde, assistência social, transporte e tecnologia para comunidades quilombolas de Mato Grosso. O material foi construído durante o III Encontro de Educação Escolar Quilombola: perspectivas e desafios de ensino/aprendizagem nas escolas quilombolas em tempos de Pandemia, realizado de modo remoto este ano por causa da pandemia de Covid-19.

A coordenadora do GEPEQ, professora Suely Dulce de Castilho, contou que a construção coletiva da carta no III Encontro de Educação Escolar Quilombola garantiu vários apoios para o documento. “Assinam o documento 25 entidades: Sindicatos, Conselhos de Educação, Associações de Comunidades Quilombolas; e Escolas Quilombolas presentes no evento”, comentou sobre o apoio que a carta tem recebido na sociedade.

Mobilização em entregas e leitura pública

Entre as reivindicações que o documento apresenta estão a regularização fundiária pela emissão de título definitivo de propriedade dos territórios quilombolas às Associações Quilombolas; investimentos em transporte escolar quilombola para deslocamentos regulares e seguros de estudantes. A carta ainda cobra por políticas de elaboração, publicação e distribuição de materiais didáticos que abordem o racismo estrutural; bem como ações públicas que combatam o preconceito às religiosidades de matriz africana.

Segundo a professora Suely Dulce de Castilho o documento está com uma divulgação ampla para apresentar e divulgar a carta. “A mobilização atual está centrada na entrega, e se possível leitura pública da  Carta Aberta,  aos diversos setores públicos, cujas demandas estão  a elas relacionadas: Prefeituras, Secretarias Municipais de Educação, Câmara  de Vereadores; Universidade Federal de Mato Grosso; Instituto Federal de Educação; Universidade Estadual de Mato Grosso, entre outras”, pontuou.

Assinam a carta o próprio GEPEQ, o Instituto de Mulheres Negras de Mato Grosso, o Conselho Estadual de Promoção da Igualdade Racial de Mato Grosso, além de coletivos e sindicatos. Também são signatários do documento comunidades quilombolas das cidades de Poconé, Nossa Senhora do Livramento, Santo Antônio do Leverger, Chapada dos Guimarães, Barra do Bugres, Vila Bela da Santíssima Trindade e Várzea Grande.

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